Olá, gafanhoto-san !
Já perceberam, ao longo do meus posts, que eu gosto muito de anime e do meu eterno Snes.
Bem, hoje eu não vou fugir a regra.
Vou falar de um jogo, não muito conhecido no ocidente, baseado num mangá de 1959 (sim, do túnel do tempo)… Gegege no Kintaro.
Kintaro e seus amiguinhos Yokais. Reparem no rosto de felicidade da menina de vestido vermelho!
UM POUCO DA HISTÓRIA FELIZ!
O protagonista da vez é Kintaro, um bizarro garoto Yokai (demônio) caolho. Yes, ele não tem o olho esquerdo, porém a cabeleira tampa esse problema. Pertecente da Ghost Tribe, ele sai em busca da paz entre humanos e yokais, para isso ele recebe a ajuda do seu pai, Medama-oyaji, já falecido, que o auxilia na jornada encarnando em um globo ocular que contém mãos e pés… caramba, um olho com mão e pé… isso me lembra alguém…
Eu sabia que ele me lembrava alguém… “Vai Esquisito… Buummm”!
ASSOPRA O CARTUCHO. É HORA DE JOGAR!
Já vou avisando, o jogo não é nada fácil… nem no “Easy” ele é fácil! Logo de ínicio você deve sentir um pouco de dificuldade e estranhamento também. Você irá combater os Yokais inimigos, porém não há muitos a serem destruidos, eles são especificos de cada fase. Na primerira fase mesmo, você deve destruir somente 3!
O que aquilo que sai do cabelo dele? Caspa?
Porém ai que tá o problema, não é porque existe poucos inimigos que ele serão acefalos, idiotas e sem inteligência artificial, ao contrário, você irá suar para derrotá-los. Àlias, eles são demônios né? Se fosse fácil não teria graça!
Sua barra de energia está delimitada por 10 almas. Se você decidir jogar com dois jogadores (o que torna o jogo um pouco mais fácil), essas almas ficam compartilhadas para ambos, falando diretamente, se o personagem do seu irmão menor morrer, pode dar uma surra nele, porque o seu também irá morrer!
Kintaro diz: Vixe… e quando ele perdeu o útlimo episódio de Chica da Silva…
INIMIGOS TOTALMENTE ESTRANHOS!
Na jornada você encontra os mais váriados Yokais bizarros, e quando eu digo ‘bizarro é bizarro’ mesmo. O jogo usa e abusa muito da mitologia japonesa. Gosmas voadoras, Mulheres com bocas demoniacas, bruxas, pedras e marretas perseguidoras, ou seja, tudo aquilo que você já está acostumado a ver num bom e velho anime japonês! Seus aliados, quando você joga com o segundo player, também são bem engraçados, desde macacos, garotas a espiritos voadores.
1 play 3: 900,00 reais
1 jogo de última geração: 200,00 reais
Ser perseguido por um martelo: Não tem preço!
A jogabilidade é de fácil assimilação, não sentirá dificuldade com ela. Álias tudo no jogo em si foi bem planejado. Você tem que prestar muita atenção no modo como os inimigos se comportam. Os mesmos não seguem um padrão fixo de ataque (como a maioria dos jogos antigos). Tendem a se movimentar rápidamente de modo que te confunda.
A trilha sonora é bem legal e o ambiente reproduz e muito as batalhas. Esse é um jogo que fez parte da minha infância. Joguei muito e cada fase passada era um novo desafio, algo que lhe surpreendia. Eu recomendo a todos.
Fico por aqui!
Um abraço da cabeça verde mutante desprovida de membros!
Até!
DWing.
Incrivelmente eu tenho esse jogo só que eu nunca consegui zerá-lo.
No começo ele oferece uma certa dificuldade mas depois a gente pega a manha daí é só alegria – até se chegar no Lobisomem. O jogo em si é bem legal, mas a temática, os personagens são muito escrotos. Tirando as estranhezas dos japoneses (sem ofensas) é um bom jogo.
OBS.: eu nunca zerei o jogo pois não tem jeito de salvar o jogo e toda vez que eu paro pra jogar sempre acontece um imprevisto e eu acabo tendo que para de jogar.
Olá José Neto!
Esse jogo eu jogava numa locadora aqui perto da minha casa. Conseguia terminar com um amigo meu, agente jogava direto. Sozinho eu já tentei mais sempre morria na parte dos dois dragões (se me lembro bem! rs)!
Esse é jogo é otimo. A boa e velha bizarrice japonesa!