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Final Fantasy XIII – Crítica

Postado em Análises por Henri Zombie sexta-feira 12 março 2010 as 15:54

Final Fantasy XIII finalmente saiu, dia 9 de março para o resto do mundo (japão já tinha saído no final de 2009). Vendeu bem? é… está vendendo, mas não vamos focalizar nisso, a questão da análise é outra coisa… algo que não agradou certos fãs, como eu.

Final Fantasy XIII impressiona com seus belos gráficos, trilha sonora e arte, enchendo os olhos de qualquer amante da série, mas algo ficou de fora, algo importante.

Quando coloquei o jogo no meu XBOX 360 fiquei entusiasmado com a narrativa e o começo do jogo, mas após umas horas… as coisas começam a se mostrarem tensas. Como notar que os save points são também na verdade o SHOP e UPGRADE das armas e acessórios… as coisas não poderiam ter sido perfeitas, não… não poderiam.

Até o presente momento em que estou jogando, disco 2 (de três). O jogo é completamente LINEAR, um RPG LINEAR, em poucas vezes podemos voltar a enfrentar os mesmos inimigos no mapa e não podemos voltar em cenários passados… não, a narrativa introduziu o sistema linear, e isso pode ser considerado uma grande falha da Square-Enix. Vários fãs antigos da série andam criticando esse ato da empresa para tentar alcançar um público diferente ou apenas para sair do feijão com arroz tradicional. Mas quero lembrar a todos que essa formula já foi utilizada em FFX, era quase linear, mas podia voltar aos cenários antigos em determinada parte do jogo… desta vez o jogo é INTEIRO, ou quase inteiro, dizem que tem partes não lineares, mas ainda não vi, e quando ver, concerteza irei aqui descrever.

Sistema de combate é bem tradicional, tendo opções de escolher mais de um ataque por rodada dependendo do nível de seu personagem. Não temos leveis por personagem, continua o mesmo mapa de descoberta de poderes e status como usado nos anteriores da franquia.

FF13 marca o começo da franquia nos consoles de ponta (gráfico), mas não fez tudo que podia, e é uma grande pena… :\

E da próxima vez Square-Enix… NÃO FAÇAM LINEAR, POR FAVOR! se fizerem linear que façam um FF a la God Of War…

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Mass Effect 2 – Review

Postado em Análises, Outros por Henri Zombie terça-feira 2 março 2010 as 5:37

Mass Effect 2 é um jogo exclusivo da Microsoft (Xbox 360 e PC), lançado em janeiro deste ano, conta com a continuação da saga inter-espacial do comandante Shepard e da tripulação da Normandy SR-1.

Depois de ter destruído os planos de Saren em Mass Effect, e protegendo o conselho dos Spectres, a missão de Shepard foi um grande sucesso, rendendo um status de herói entre as federações especiais de todo o universo.

Mas algo acontece, em uma missão rotineira de encontrar os restos das tropas inimigas, a nave SR-1 de Shepard é atingida, fazendo com que toda a tripulação abandone a espaçonave. Shepard decide ficar para resgatar o então paraplégico piloto, Joker. Consequentemente o resgate é bem realizado, mas Shepard não consegue embarcar na capsula de fuga e é jogado ao vácuo infinito do universo.

Shepard está morto.

2 anos depois ele acorda em uma estação espacial coordenada pelo grupo Cerberus que possui uma péssima reputação por ser conhecida como uma corporação de humanos. Shepard foi recuperado, suas células reconstruídas, seu corpo voltou a vida graças a tecnologia que Cerberus utilizou para resgatar seu corpo no espaço.

Mass-Effect-2-xbox-360-Screenshot-4b.jpg

Um novo perigo surge nas sombras, uma raça que rapta humanos em suas colônias. A Aliança não está fazendo nada efetivo para combater esta nova ameaça. Resta a Cerberus recrutar Shepard e lhe fornecer uma nova Normandy, a SR-2, pilotada pelo antigo piloto da original, Joker (que agora anda, mahh oii futuro medicinal exemplar).

O jogo está bem diferente do primeiro, várias coisas sairam do sistema, mas várias outras novas entraram. A Normandy está mais atualizado, possui mais andares e as falas estão bem melhores.

O sistema de itens foi o que mais mudou, antes no primeiro jogo, dependendo da classe do personagem a ser escolhida ele tinha critérios de armadura, podendo usar desde Leve a Pesada, no modelo novo não existe mais isso, agora as armaduras são compradas ou encontradas em novas tecnologias a serem pesquisadas, o jogador não pega mais itens diversificados como no primeiro. Toda a parte de defesa é escolhida no quarto de Shepard, desde seu visual rotineiro dentro da nave, como a armadura de combate, agora com estilização do visual.

As armas também mudaram, agora você encontra uma nova arma no cenário ou compra em determinado lugar, antes o jogo disponibilizava armas diferentes em poderes. No atual, não, você encontra um novo Rifle, esse novo Rifle pode ser usado a todos os personagens que sabem usar um Rifle. Em quesito de RPG o jogo perdeu nesse sentido, buscando mais praticidade em combate do que em itens variados e status de suas propriedades.

Como o jogo foi remodelado nesse parte, ele ganhou um forte avanço no combate, agora tu pode tirar a perna do inimigo se atirar na perna do inimigo, e dar um head shot preciso.

Existem mais classes a serem escolhidas para a formação do personagem, mas isso não impede de determinado tipo de personagem ter um poder fora do comum. No avançar do jogo tu podes ter algum poder que um Soldado normal não teria. Os pontos de habilidades diminuiram mas se tornaram bem estratégicos de serem utilizados. Agora não temos uma penca de habilidades de cada personagem, e sim algumas para serem melhoradas, com um número exato de pontos a serem comprados para cada habilidade nova.

Mas Mas Effect 2 faz bonito, com 2 discos, o tempo de jogo aumentou e muito. Sua missão é recrutar uma nova equipe e enfrentar essa raça que está causando dores de cabeça e desaparecendo com Humanos.

Com um gráfico bem mais impressionante, uma trilha sonora caprichada e bons diálogos, Mass Effect 2 se supera e faz jus a sua popularidade nos jogadores de Xbox 360.

Nota pessoal: Já estou usando o disco 2, e o jogo possui muitas missões paralelas, o que aumenta e muito o tempo de vida útil do jogo, intensificando mais as relações dos personagens e fortalecendo os personagens no combate. Mass Effect 2 é melhor que seu antecessor, mesmo com alguns itens tirados de seu jogo, como a exploração de planetas com o carrinho de seis rodas, mas nada deixa o jogo pior, pois este está querendo evoluir em algo que realmente precisava, os combates.

Gráfico: 8,5

Som: 9,5

Diversão: 9,0

Jogabilidade: 8,5

Nota Geral: 8,8

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Análise – Sunset Riders – O tempo da “bala rosa”.

Postado em Análises por DWing sexta-feira 26 fevereiro 2010 as 12:36

Sim, caro amigo…  estou de volta com mais um post retrô.

Admito, a nova geração ainda não faz parte da minha vida! rsrs

Agora é o jogo de macho mesmo… tudo bem que a bala do jogo é rosa… mas sem preconceitos!

O VELHO-OESTE ERA ASSIM…

“Velho Oeste, o crime, bordéis e balas rosas More »

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Análise – DEMO Heavy Rain

Postado em Análises por Duff Reed quarta-feira 10 fevereiro 2010 as 15:13

Daaae galera, estou aqui para postar as primeiras impressões do DEMO de Heavy Rain antes do seu lançamento oficial, no dia 11/02 na PSN.

Como conseguir testar antes ? Depois de uma conversa com o amigo Moro e pesquisar em alguns fóruns de discussões, conseguí a solução do caso que deveria ser resolvido no site do Heavy Rain e assim o código para download na PSN Europa.

Bom vamos a análise.

O demo consiste em apenas dois fragmentos iniciais da trama, que é a captura de um serial killer, apelidado pela policia de Origami Killer.

O Cartão de Visitas do Origami Killer

Origami de um Pássaro - O Cartão de Visitas do Origami Killer

Primeiramente, você comanda o Detetive Particular Scott Shelby, um detetive a moda antiga que se baseia pela sua intuição e depois entra em cena o Agente do FBI Norman Jayden, este usando um aparato técnologico em busca de evidências. Logo no primeiro momento você já cria algum certo carisma com os personagens, já que fica claro que ambos possuem caracteristicas e personalidades bem distintos um do outro, por exemplo: Scott Shelby é um senhor gordo, que sofre de crises constantes de asma e o Norman Jayden aparentemente possui algum vicio e um passado muito triste, algo que não fica muito claro.

Scott Shelby

Jogando com o Scott Shelby, que busca evidências falando com a mãe de uma vítima do Origami Killer, você terá as primeiras noções de como serão os controles do jogo e terá a experiência de como serão as lutas no game e vou dizer que é simplesmente incrível. Os movimentos dos personagens e ações consistem em uma combinação de botões, bem ao estilo God of War ou Manhunt, mas porém, muito mais apurado e aprofundado. Depois de uma certa adaptação, os personagens e os comandos fluem naturalmente.

Já a experiência com Norman Jayden é na cena do crime. Usando um óculos HI-TEC e uma luva “à la Minority Report”, ele busca pistas, pegadas, DNA e evidências bem ao estilo CSI. A principio achei nada a ver esses “óculos ninja” mas depois que ele fala a data do crime, o jogo passa no final de 2011, então dá bem pra engolir.

Norman Jayden

Graficamente o jogo é um dos mais bonitos dessa geração. A quantidade de objetos em cena e a qualidade das texturas é impressionante, transmite uma realidade que nunca ví em um video game. Assim como Uncharted 2, que possui grande influência do cinema, Heavy Rain tem um clima “Noir” e lembra por vários momentos o filme “Seven”(Se7en).

Som e dublagem estão na média de jogos exclusivos do Playstation 3, ou seja, fantásticos.

É gurizada, pelo visto mais de 3 anos de trabalho valeram a pena. Pelo DEMO verifica-se que é um jogo de experiência única e inesquecível no mundo dos games, mas isso só depois do lançamento, dia 23/02/2010, para sabermos. Mas tudo indica que será um dos maiores games de todos os tempos.(Momento HYPE >>>>>> )

É isso… até a próxima gurizada.


Abraço,

Duff Reed

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Silent Hill – Shattered Memories

Postado em Análises por Henri Zombie sábado 6 fevereiro 2010 as 10:18

Silent Hill Shattered Memories é o mais novo lançamento da consagrada série Surviver Horror da Konami.

Nunca antes a produtora tinha realizado um Remake da série, e Shattered Memories nada mais é que Silent Hill contada de uma forma diferente.

Na história original, o protagonista Harry Mason sofre um acidente nos limites de Silent Hill, quando acorda, ele percebe que sua filha que estava no carro, desapareceu, agora resta a Harry encontrar sua filha perdida em Silent Hill.

No Remake a história inicial é a mesma, mas as semelhanças terminam por aí, o roteiro do jogo é extremamente diferente, não temos várias figuras clássicas, na verdade, mal temos inimigos. Sim, os inimigos não são criações de Alessa (como no primeiro), você entra em um mundo congelado quando perigo é despertado, e a única coisa que você pode fazer… é correr! e correr pra diabo, todas as partes de congelamento que são a “ação” do jogo, tu deve percorrer um labirinto, resolver enigmas, fugir correndo das criaturas, que só existem 1 tipo em todo o jogo.

Larga do meu pé!

Sim, só existem esses inimigos o jogo TODO. Mas não é isso que estraga a brincadeira… não, o jogo é diferente, então quem estava acostumado com os antigos Silent Hill, joguem este sem comparar.

A cidade está nevando, e não caindo cinzas como era no original, na parte do perigo a cidade congela, você deve fugir, ok, ok… o que mais o jogo possui?

É um jogo de investigação, como não possui armas, tu tem que solucionar enigmas e avançar no jogo, são diversos puzzles, que eu não achei difícil nenhum, engenhoso por alguns vezes, mas não um desafio que faça suar e até mesmo desistir, na média é bem fácil.

A mecânica de correr pra burro e fugir dos monstros é algo interessante, pois muitas vezes os labirintos podem te confundir, e aqueles jogadores “ai to com medinho”, podem tomar diversos sustos e até mesmo não conseguirem chegar até o final.

Ai que horror!

A única espécie de arma que tu pode usar, não é bem uma arma, é tipo aqueles sinalizadores, tu liga e os monstros ficam com medo de se aproximar, mas tem um tempo de uso, logo ele é jogado fora… mas é só.

Como essa parte do jogo é bem pobre, então vamos falar do que o jogo mais atinge.

A parte Psicológica.

Conforme o jogo vai tendo andamento, algumas vezes você se ve na frente de um psicologo, como se estivesse contando essa história a ele, e deve responder perguntas das mais diversas, cada pergunta pode modificar o seu perfil de jogo, ou seja, tu pode ter, pelo que eu notei, 4 tipos diferentes de Perfil psicológico, que deve afetar no final do jogo. Eu escolhi um e a Cybil (policial) tinha um decotão bem generoso só que um cabelo bem comportado a la “professora do primário”.

O roteiro do jogo começa a mudar, e o Remake se torna bem distinto ao original. A história é surpreendente, e o final pouco provável que alguem tente acertar, um ponto positivo para a produtora por ter acertado pelomenos em alguma coisa…

Adoooreeei

Existem objetos espalhados no jogo que tu pode obter, são objetos que podem fazer alguma mudança no seu perfil psicológico, e ficam guardados em uma caixa de papelão.

A única coisa que podemos chamar de inventário no jogo é o Celular que Harry carrega. Nele podemos fazer chamadas, ligar para números… idéia bem aproveitada do SH4, tirar fotos, ver o mapa e ler mensagens… ah salvar também! kkkk tem outras frescurinhas mas é inútil eu falar aqui.

Silent Hill Shattered Memories trás algo inovador e diferente a série, não sendo um jogo com muita ação, mas tendo uma história muito interessante e uma evolução de perfil de jogador que pode ser aproveitado futuramente, mas combinado ao modelo antigo de ação dos SH anteriores. Mas minha opnião é que esse game só é uma tentativa da série tentar voltar a atividade, do que uma nova sequência…

Mas ainda sim, Konami está devendo um bom Silent Hill… o melhorzinho na minha opnião dos atuais foi o Origins que saiu para PSP e PS2. o Homecoming que saiu para Xbox 360, PS3 e PC pode conter gráficos bonitos, mas peca na história que tu desvenda em 15 minutos de jogo.

KONAMI VAI COMBINAR JOGABILIDADE DIVERTIDA E HISTÓRIAS LEGAIS, SEI QUE VOCÊS PODEM TRAZER SILENT HILL DEVOLTA E SER UM ÓTIMO SURVIVER.

Tá… me indignei mas já desindignei.

Silent Hill Shattered Memories foi lançado para Wii e Ps2. (no meu caso analisei no ps2).

Nota final: Vale a pena, mas não esperem grandes desafios, então pro pessoal que curte ler e gosta de uma história de terror, vale a pena ser jogado, agora para os jogadores massa véio que querem dar porrada… FUJAM PARA AS MONTANHAS!

Nota geral: 7,5

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Análise da Demo – Dark Void

Postado em Análises por Henri Zombie quinta-feira 14 janeiro 2010 as 13:49

Ae macacada, como estou demorando para fazer a segunda parte do especial Front Mission, eu venho com um breve post para falar deste jogo que a Capcom está apostando alguns fichas. Dark Void é o próximo lançamento da Capcom ($$$), e como sempre esperamos um game muito bem feito e divertido e talvez marcante.

Análisei a demo e o que posso dizer? bueno… é divertido pra caramba controlar o Jet-pack de nosso herói, voar, parar no ar, dar loopings, girar… são vários comandos disponíveis que torna a experiência aérea bastante divertida. Os inimigos que enfrentei são até difíceis de matar, certos “andróides” malucões, enfrentei uns bixinhos esquisitos também que eram amis fáceis e que tentavam te atingir pulando encima de você. Em um cenário pra lá de maluco e com uma história que eu ainda não sei, e nem vou tentar comentar nada agora… acredito que seja divertido pelo que vi, mas nada surpreendente… mais um jogo que acredito eu passará despercebido aos olhos da maioria.

A demo consiste em uma pequena introdução dos movimentos do jet-pack com destruição de alguns alvos, e também uma invasão a uma espécie de nave base para destruir seu controle geral… depois aparece um bicho gigante que mata alguns soldados e termina a demo nisso… sim, sem a gente enfrentar o bixo gigante… eu achei bem viajado esse jogo, os gráficos são reaproveitados da famosa Unreal Engine, o bonito do jogo foi voar e olhar para o sol, de resto ele é bem pobrinho… esperemos para ver o jogo completo e aí sim uma análise com história e tudo direitinha para nossos leitores fiéis e magníficos!

Até a próxima… pe-pe-pessoal.

PS: Tá Dark Void pode parecer bom, mas poxa… VAMOS FAZER O RESIDENT EVIL 6 DE UMA VEZ, esperar mais tantos anos para jogar no próximo console da geração é osso… :\

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Impressões – Demo de Dante’s Inferno – Playstation 3

Postado em Análises por moro domingo 13 dezembro 2009 as 15:32

dantes_inferno

Boa Tarde.

No último dia 10 foi disponibilizada a demo de Dante’s Inferno com exclusividade para o PS3.

Vamos as minhas impressões sobre a Demo….

Dante’s inferno chega “chupado” de influências de God of War e faz uma estréia morna. More »

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Análise – Viewtiful Joe 2 – Henshin-a-go-go, baby!

Postado em Análises por DWing quinta-feira 12 novembro 2009 as 14:45

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Eu sei que esse jogo é antigo, mas é tão divertido que tenho que fazer um review dele. Tá, é mentira, na verdade meu PC pegou virus e ta me enchendo o saco, travando toda hora, meu site ficou fora de ar e está me deixando nervoso, sendo essa foi a única matéria que eu tive More »

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Análise – Dead Space Extraction

Postado em Análises por -=|Viñi¢iµ§|=- ™ quinta-feira 5 novembro 2009 as 13:05

dead-space-extraction

O jogo original Dead Space (360/PS3/PC) foi criado como um jogo de horror. A intenção era assusta-lo, E para grande parte dos jogadores que jogaram pelos corredores da USG Ishimura ficaram assustados, e a cada minuto amavam mais esta sensação de medo. Dead Space Extraction, trazido ao para o Wii pelo recém-formado sub-divisão EA Visceral More »

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Análise – Borderlands – PS3 e Xbox 360

Postado em Análises por Henri Zombie segunda-feira 2 novembro 2009 as 23:56

Borderlands, título para Xbox 360 e PS3.

Game que mistura elementos de RPG com um Shooter, lembra bastante Fallout 3, com algumas diferenças.

Ambientado num mundo pós-apocalyptico que reza a lenda existir Vaults que contém enormes fortunas, poder, vida eterna e mulheres.

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